Paradigma

terça-feira, 5 de abril de 2011.
Caindo de joelhos diante de você
Vergonha de ver minha fraqueza encher seus olhos
Sem necessidade deixei eu me perder antes de você
Agora encaro a consequência da minha traição

O meu paradigma
Meu doce amor que eu respiro
É em você que eu confio
Proteja-me do frio
Sou um paradigma moribundo

Nos sacrificamos? Deixamos nossa história morrer?
Canções de ninar alegres voltam
Me deixe ficar um pouco, deixe o amor sobreviver
Delicadamente rastejando em sua graça

O meu paradigma
Meu doce amor que eu respiro
É em você que eu confio
Proteja-me do frio
Sou um paradigma moribundo

Céu perfeito
Escurecido pelas minhas mentiras
Bom o suficiente, mas sempre querendo mais
Troquei todo o seu amor com dor
Com tanto medo de enfrentar o mundo sozinho

O meu paradigma
Meu doce amor que eu respiro

O meu paradigma
Meu doce amor que eu respiro
É em você que eu confio
Proteja-me do frio
Sou um paradigma moribundo

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